A terceirização tem sido muito utilizada nas empresas brasileiras. Hoje mais do que nunca os serviços na área de TI tanto na parte de software como hardware, estão sendo terceirizados no intuito de melhorar cada vez mais o meio pelo qual as empresas fazem seus negócios.
Quando fala-se em terceirização na “cúpula administrativa” da empresa, é sinal de algo não vai muito bem em determinada área. As empresas só terceirizam quando as atividades que não fazem parte do negócio principal da empresa estão atrapalhando a produtividade; no geral são atividades padronizadas que não requeiram especialização, onde não há mudanças constantes que comprometam a missão da empresa e que não justifique uma equipe própria.
Alguns fatores são relevantes na hora de decidir terceirizar ou não, esses fatores são decisivos, pois se tem muito a perder se algo der errado. Podemos citar como fatores importantes à complexidade da tecnologia utilizada, a dependência dos negócios em cima dessa tecnologia, as dificuldades de voltar atrás caso algo dê errado, a preparação da área técnica da empresa e os custos da área em relação aos custos da terceirização. Se esses fatores foram analisados e todos estão de acordo que o melhor é a terceirização, então vamos a alguns itens de suma importância para que a terceirização obtenha sucesso.
A escolha da terceirizada tem que ser feita com muita calma e avaliação das empresas, nem sempre o mais barato ou um pacote fechado é a melhor solução, deve-se avaliar se a metodologia de trabalho da contratada está de acordo com que se busca.
Outros fatores muito importantes na avaliação são as questões de capacitação da contratada tais como: tecnologia que a contratada utiliza, se é moderna ou não (pois não adianta evoluir em software e não evoluir em tecnologia ou utilizar bancos de dados desatualizados etc.), o tempo em que a empresa está no mercado também é um fator importante bem como quem são seus clientes (é importante visitar dois ou mais clientes da empresa de sua escolha e analisar o pós-venda da solução, ou seja, o suporte, o tempo de atendimento, o comprometimento entre outros aspectos).
O próximo passo é a preparação interna da empresa ou área a ser terceirizada. A preparação do pessoal da área de TI e dos usuários em geral é muito importante, pois se não estiverem de pleno acordo quanto ao que está sendo feito ser o melhor para todos, podem comprometer o processo.
E não menos importante é o contrato – onde se faz mister o acompanhamento da área jurídica da empresa - que é o instrumento que firma que ambas as partes estão cientes dos riscos que irão correr, que firma direitos e deveres de uma para com a outra. No contrato temos que avaliar diversos fatores que são decisivos como o prazo para se começar a implantação do sistema, o prazo para se terminar a implantação do sistema, até onde vai o comprometimento da área de TI da empresa (equipamentos que a empresa se compromete a disponibilizar, espaço físico que a empresa deixará para a equipe que participará da implantação), quantas pessoas e qual nível dos que farão parte do processo de implantação e após a implantação, questões referentes a treinamentos e também possíveis multas que serão acordadas caso não haja cumprimento do contrato.
Após todos esses fatores terem sido analisados é só começar o processo de implantação, torcer para que tudo dê certo e que seja o menos doloroso possível.
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Pessoal, estive com pouco tempo de dar manutenção nesse blog nos últimos tempos quero ver se coloco mais dicas aqui mas para isso preciso saber se está ajudando vocês, coloquem comentários sobre os assuntos acessados e dicas que eu possa colocar aqui para agregar conteúdo aos assuntos ajude a fazer esse blog mais interessante.
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Mini-Curriculo: Técnico em Contabilidade, com Bacharelado em Informática, Pós Graduação em Gestão de Negócios e Pós Graduação em Gerência de Projetos, atuei como Administrador de Redes e Gerente de Informática da Comercial de Eletrodoméstico Pedro Obino Jr. SA. entre 1994 e 2004, fundei em 2004 em Santa Catarina a empresa Network Design atuando na área de serviços a órgãos como Receita Federal, INSS, Banco do Brasil, BESC, Caixa Econômica Federal, Escolas Municipais e Estaduais nos projetos Minicom (Ministérios das Telecomunicações) na instalação e manutenção de Telecentros, FNDE. Em 2010 assumi como Gerente de Infraestrutura de TI & Telecom da Pref. Mun. Navegantes - SC atendendo o passo municipal e todas as secretarias ligadas ao município. Em 2011 entrei para a equipe da GOVBR atendendo a implantação, suporte e treinamento no sistema de Contabilidade Pública fabricado pela Cetil SA em 2013 entrei para a equipe de projetos de implantação de software da Nexxera SA.
Mini-Curriculo: Técnico em Contabilidade, com Bacharelado em Informática, Pós Graduação em Gestão de Negócios e Pós Graduação em Gerência de Projetos, atuei como Administrador de Redes e Gerente de Informática da Comercial de Eletrodoméstico Pedro Obino Jr. SA. entre 1994 e 2004, fundei em 2004 em Santa Catarina a empresa Network Design atuando na área de serviços a órgãos como Receita Federal, INSS, Banco do Brasil, BESC, Caixa Econômica Federal, Escolas Municipais e Estaduais nos projetos Minicom (Ministérios das Telecomunicações) na instalação e manutenção de Telecentros, FNDE. Em 2010 assumi como Gerente de Infraestrutura de TI & Telecom da Pref. Mun. Navegantes - SC atendendo o passo municipal e todas as secretarias ligadas ao município. Em 2011 entrei para a equipe da GOVBR atendendo a implantação, suporte e treinamento no sistema de Contabilidade Pública fabricado pela Cetil SA em 2013 entrei para a equipe de projetos de implantação de software da Nexxera SA.
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